Depois de oito anos de achatamento salarial, greve do Samu é culpa do prefeito

Os servidores(as) do Samu se cansaram de esperar e partiram para a luta por melhores condições de trabalho e remuneração digna. Depois de oito anos de achatamento salarial, de falta de condições de trabalho e de promessas não cumpridas pela administração, o Samu está nas ruas para mostrar à população as dificuldades da categoria. 

Vice-presidente de SISMMAR, Solange Marega
discursa à categoria diante do Paço Municipal

Resultado da falta de consideração e respeito de Pupin para com os servidores que têm por ofício salvar vidas, a greve do Samu pode continuar por tempo indeterminado.

Diante do Paço Municipal, em coro e bom tom, socorristas gritam que a paralisação é culpa do prefeito, que ainda não deu as caras pra negociar. Os trabalhadores(as), que começaram o manifesto diante da entrada do Paço, por volta das 10 horas rumaram para diante da janela do Gabinete do Prefeito.

Protestos no Paço vão continuar até que o prefeito
Pupin aceite negociar com a categoria

Mega fone é usado nas palavras de ordem, com intenso apitaço. Faixas são utilizadas para mostrar a luta da categoria, que também entrega panfletos à população.

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