Prefeitura de Maringá bate recorde em publicidade

Segundo informações de um blog noticioso de Maringá, a atual administração de Maringá está batendo recorde em gastos com publicidade. Acompanhe abaixo a íntegra da publicação:
“Para propaganda, Prefeitura de Maringá tem dinheiro

Como em Maringá não há problemas com coleta de lixo, funcionamento do Samu nem fila na saúde pública, o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) dedicou-se a bater um recorde que até então era da administração anterior (Silvio Barros 2005-2012).

Em apenas seis meses de governo ele torrou R$ 5 milhões 265 mil com publicidade; os recursos são autorizados pela Secretaria de Comunicação Social. No primeiro semestre deste ano, a administração gastou R$ 29 mil 250 por dia com publicidade; no mesmo período do ano passado o gasto, que já era considerado absurdo, foi de R$ 14 mil diários.

Em 2007, essa média diária era de R$ 8 mil. O valor gasto em apenas seis meses é cerca de 80% do total gasto durante os doze meses de 2011.

Em agosto do ano passado uma CPI da Propaganda chegou a ser aventada na Câmara de Maringá, na sequência de denúncias de irregularidades no processo licitatório, que incluiu conversas telefônicas entre o secretário Leopoldo Fiewski (hoje também secretário de Pupin) e Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa e irmão do então prefeito, Silvio Barros II (PHS).

Uma denúncia crime a respeito tramita em segredo de justiça no Tribunal de Justiça do Paraná há quase dois anos”.

Enquanto isso, os servidores (as) praticamente têm que implorar a incorporação dos abonos e a efetivação do PCCR, sem mencionar a precarização das condições de trabalho dos servidores (as) do Samu. Nós como entidade sindical representante dos trabalhadores (as) municipais de Maringá repudiamos esse gasto excessivo e desnecessário, pois há mais de 10 anos estamos discutindo o Plano de Carreira e o que sempre ouvimos da administração é a escassez de recursos.

Diante dos fatos, percebe-se que realmente os recursos são poucos, visto que estão sendo destinados a outras prioridades, que com certeza não incluem o servidor (a) municipal de Maringá.

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