Audiência Pública que discute planejamento urbano começa tumultuada

A audiência pública para alteração de leis que tratam do planejamento urbano, que era para ter sido bem tranquila, teve um início tumultuado na manhã desta segunda-feira (10). A administração municipal dificultou o início dos trabalhos, que prosseguem agora à tarde no plenário da Câmara Municipal.

A falta de organização na fila de entrada e a distribuição de vagas (no plenário da Câmara só podem entrar 290 pessoas) entre os segmentos aptos a participar da audiência atrasou o começo dos trabalhos em mais de três horas. Com isso, pela manhã não foi possível votar sequer o regimento interno.

Um dos impasses foi quanto ao não reconhecimento da UEM como poder público, fato que limitou a participação dos docentes em discussões de interesse da universidade. A atitude gerou protestos no plenário. Professores querem debater o prolongamento de avenidas da cidade na área do câmpus, alegando que o projeto precisa consultar o corpo docente da instituição.

Terão direito a voto 40 delegados, sendo:

– 20 do poder público;
– 9 de movimentos sociais e populares;
– 3 de entidades profissionais, acadêmicas, de pesquisa e conselhos;
– 2 de ONGs ligadas ao desenvolvimento urbano.

No horário do almoço, foi feita uma pausa nos trabalhos, mas representantes dos movimentos sociais e de ONGs se recusaram a deixar o plenário. O SISMMAR participa da audiência, que deve se prolongar até depois das 17 horas.   

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