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SISMMAR discute quatro pautas urgentes com o secretário de Saúde

O presidenta do SISMMAR, Iraídes Baptistoni, e a secretária-geral Célia Vilela estiveram reunidas, na manhã desta segunda (9), com o secretário de Saúde, Jair Biatto, e sua equipe. Em pauta, estiveram as seguintes demandas: folga das ACS e ACE; ampliação do auxílio noturno; 30 horas da Saúde; Segurança nas UPAs e Hospital Municipal.

Reunião do SISMMAR com a equipe do secretário Biatto (09/10/2017)

 

Veja o que foi discutido em cada uma dessas pautas.

1 – Horas a folgar dos agentes comunitários de saúde (ACS) e de endemias (ACE)
A categoria lembra que a campanha de vacinação ocorrerá no feriado do dia 12 e que não compensa para os(as) agentes fazerem horas extras. O mesmo vale para os(as) ACE, que vão trabalhar em fins de semana e feriados em ações de combate à dengue e escorpiões. A resposta do secretário é de que a administração vai regulamentar o banco de horas dos agentes (ACS e ACE), pois ele mesmo entende que realmente não compensa receber em dinheiro essas horas (pelo baixo valor). Biatto diz que tratará dessa pauta na reunião dos secretários, nesta segunda (9), às 16h.

2 – Ampliação do auxílio noturno
Em resposta a ofício encaminhado pelo SISMMAR à administração (veja ao fim da postagem), o secretário disse que considera justa a reivindicação e que vai encaminhar a questão na reunião dos secretários.

3 – 30 horas da Saúde
O sindicato cobrou o início dos trabalhos da comissão, pois o secretário entende ser sua a responsabilidade de convocar a comissão para começar os trabalhos. Biatto afirmou que convocará a comissão o mais rápido possível.

4 – Segurança nas UPAs e Hospital Municipal
Quanto à segurança nesses locais – a pauta foi levantada pelo SISMMAR – o secretário relatou que nas UPAs esse problema foi minimizado com a presença da Guarda Municipal. Ele disse que tomará providências urgentes em relação ao Hospital Municipal, pois entende que a situação demanda urgência. O SISMMAR levantou essa questão, e vai ficar em cima da administração até que o problema seja resolvido, por considerar um absurdo a agressão aos servidores(as) no exercício de suas funções.

 

 

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